sexta-feira, 26 de novembro de 2010
Portifólio - Texto comparativo
Ambos, o livro e o filme, retratam muito bem o Afeganistão sob domínio do Taliban. No livro, Amir e seu pai são obrigados a fugir do país devido a invasão soviética e quando Amir volta, encontra um país totalmente devastado e dominado pelas forças talibans. O filme, mostra um pouco mais toda essa violência e repressão, principalmente em relação as mulheres. Mesmo assim ambos insistem na superioridade religiosa e masculina!
Tanto o filme quanto o livro mostram a vida de crianças meio a todo esse caos religioso e político. Como cada uma vive em relaçao a isso e suas experiências. Porém enquanto Osama enfrentou o taliban e se disfarçou de menino para salvar a família, Amir simplesmente fugiu para os Estados Unidos.
Portifólio - Entrevista
Joana: O livro é interessante, além da historia de uma grande amizade, mostra também o contexto histórico no Afeganistão. Como por exemplo os Talibãs, a invasão soviética e as diferencas sociais entre sunitas e xiitas.
Isa: Eu achei que o livro deixou um pouco a desejar no que se refere a tão grande amizade...Afinal o livro ficou famoso com o bordão de que contava a historia de uma bela amizade entre dois meninos afegãos...Porém esse relacionamento acaba muito rapido e a história vira uma questão de redenção e arrependimento e não de amizade.
Fernanda: Achei o livro muito triste e acredito que conte a história de uma amizade falsa, o aspecto histórico mais notavel é a propaganda excessiva dos E.U.A e as críticas ao Taleban.
Mariana: Eu acho que o livro mostra muito a raiva que o pai do Amir sentia dos russos e a diferença entre o Amir e o Hassan. Como o Amir era rico, o Hassan tratava ele bem. Já o Hassan não era rico e o Amir não o considerava tanto. Aquela parte que o Assef fala que o Amir não gosta do Hassan mostra isso. Eu também acho que o Amir passou a dar mais valor pro Hassan,só quando ele morreu, e acabou se redimindo ao ir buscar o sobrinho Sohrab.
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
Portifólio pesquisa
A Guerra do Afeganistão também conhecida como invasão soviética do Afeganistão foi um conflito armado que durou nove anos entre tropas soviéticas que davam apoio do governo marxista do Afeganistão e insurgentes mujahid afegãos que tentavam derrubar o regime comunista no país.
A Rússia tem uma longa história de envolvimento militar no Afeganistão. Em 1972, cerca de 100 consultores soviéticos e especialistas foram enviados ao Afeganistão para treinar as forças armadas locais. Em dezembro de 1978, Moscou e Cabul celebraram um tratado bilateral de amizade e cooperação que permitia a entrada de tropas soviéticas caso o governo afegão o solicitasse.
Com o aumento da assistência militar soviética, o regime tornou-se mais dependente de equipamentos e consultoria vindas da URSS. O Exército Vermelho invadiu o Afeganistão em 25 de dezembro de 1979, no ano seguinte ao golpe de Estado comunista, com o objetivo de derrubar o Presidente Hafizullah Amin, considerado incapaz de enfrentar os rebeldes mujahidin e cuja lealdade à União Soviética havia sido posta em dúvida.
A União Soviética justificou a necessidade da intervenção com o argumento de preservar o regime comunista afegão dos ataques dos mujahidin e de manter a paz na Ásia Central. Outro motivo pode ter sido a presença de petróleo na região, num momento em que a Revolução Iraniana provocava o segundo choque do petróleo.
A retirada final teve início em 15 de maio de 1988 e foi finalizada em 15 de fevereiro de 1989. Depois que os vários grupos de resistência contra a ocupação soviética tomaram Cabul e estabelecem um governo marcado por lutas internas e guerras civis, o Taliban surgiu como uma alternativa caracterizada pela predominância pashtun e o rigor religioso extremo, criando na população expectativas de que acabaria com o constante estado de guerra interno e os abusos dos senhores da guerra.
Portanto, o que para o povo afegão parecia ser um alívio ou a libertação, tornou-se em um regime rigoroso e vio lento não muito diferente da dominação soviética.
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
Vídeo sobre O muro de berlim
http://rafaelamt.blogspot.com/
quinta-feira, 24 de junho de 2010
Respostas das atividades propostas pelo Professor
1-Tais filmes que mostram guerras, matanças e soldados assassinos como heróis, nos levam a acreditar que para ser superior ou para ser reconhecido é necessário matar ou ganhar uma guerra. Por fim acabamos por creer que a violência é o jeito mais fácil e rápido de resolver tudo...mas não é bem assim.
2-Muitos vão para a guerra com o objetivo de mostrar força, mostrar raça e mostrar disposição para lutar por seu país. Muitos são apenas orgulhosos que tentam se exibir mesmo sabendo do risco de morte. Não se recusam a entrar numa guerra porque não querem deixar seu país na mão, querem representá-lo e mostrar patriotismo.
3-Na minha opinião, o imperialismo já não existe, já que há hoje em dia mais autonomia por parte dos estados e a independência de diferentes povos é cada vez maior.
Arte - primeiras décadas do século XX
1-Sim. A partir das novas descobertas cientificas, artistas passaram a mudar suas obras com o objetivo de seguir os conceitos mais estudados e comprovads por cientistas da época. Por exemplo, depois que Einstein mudou a teoria de tempo e espaço, artistas pensaram que poderiam combinar suas obras com essa nova teoria, mudando o estilo de suas obras.
2-Na física e na arte, preocupavam-se em seguir as novas relações de tempo e espaço que surgiam, mudando completamente sua forma de criar e descobrir.
3-Eles sentiam que as formas então aceitas pela sociedade de representar o espaço e as formas espaciais eram inadequadas para acomodar suas novas ideias.
4-Arte musical
Atividades para refletir e responder
1-Einstein cria a teoria da relatividade / Santos Dumont cria o primeiro avião / Guglielmo Marconi se destaca na invenção do rádio
2-Não. Os modernistas se preocuparam mais em seguir as inovações científicas e não seguirem seu próprio gosto continuando a criar de acordo com seu interesse.
3-Na minha opinião qualquer um pode se destacar em estudos artisticos e científicos. Porém alguns acham que um não está de nenhuma maneira relacionado com o outro. Depende muito do gosto e opinião da pessoa envolvida.
sábado, 19 de junho de 2010
quinta-feira, 10 de junho de 2010
Vídeo Copa do Mundo
http://www.youtube.com/watch?v=D6jnrg5Okew
terça-feira, 1 de junho de 2010
Atividade no laboratório
Na minha o pinião a aula foi muito divertida já que houve integração entre os alunos e muito interesse por parte do 8° ano. Foi possível também fazer uma ligação entre história e química, aproveitando uma aula para que um grande grupo aprendesse coisas novas relacionadas aos atuais estudos.
segunda-feira, 26 de abril de 2010
Relato holandês sobre imigração
Nas primeiras semanas ele trabalhou na destoca de matas, mas como ele tinha feito um curso de português na Holanda, logo foi promovido à um cargo de controle de entrada e saídas de mercadorias da Cooperativa Agropecuária Holambra. Este cargo ele desempenhou até o início de 1951 quando assumiu a administração do setor da pecuária.
Durante 27 anos, Frans Bongers trabalhou na Cooperativa como representante dos criadores de gado e suínos. Paralelo à isto, pode com sua esposa e filhos, desenvolver um trabalho de produção agropecuária em um sitio, onde plantava algodão, milho, arroz, laranjas assim como também criou gado, suínos e aves de corte.
“Este relato resume o sentimento de um dever cumprido neste ano de 2009 em que completo 60 anos de imigração com a certeza de que a escolha que fiz com minha esposa em 1949 foi a escolha certa para uma vida de muita luta cujos frutos foram colhidos aos longos desses 60 anos!!” - diz ele.
Hoje, Frans Joseph Bongers mora em Holambra. Sua mulher faleceu em 2002. Hoje é considerado um dos pioneiros do desenvolvimento de Holambra e mencionado no Livro “Holambra: a Holanda brasileira”.

Navio no qual Frans Bongers veio da Europa
Frans Bongers

Livro "Holambra: a Holanda Brasileira"
quinta-feira, 22 de abril de 2010
Tragédia no Rio de Janeiro
As chuvas que castigaram o estado do Rio de Janeiro ha duas semanas geraram muita polemica e sofrimento. É comum vermos o julgamento padrão da sociedade, no qual todos põem a culpa nos mais prejudicados (os moradores das favelas). Mas o que muitos não veem é a outra face dessa moeda. No morro do Bumba por exemplo, em vez de reprimir a ocupação irregular, o governo acabou por incentivar a invasão do antigo lixão. Porém esta não é uma história de culpados e vítimas, cada um deve reconhcer sua pontinha de culpa.
Ao invés de o governo e os políticos se preocuparem com a próxima eleição, deveriam se preocupar com a próxima geração ou pelo menos com a próxima estação de chuvas. Os governantes devem parar de fazer aquele discurso repetitivo no qual culpam sempre a meterologia e/ou a geografia, e devem começar a reconhecer seus atos incorretos e por eles não assumidos. É claro devem melhorar.
Quanto à população, os cariocas devem parar de temer o governo e as autoridades, deixar as lamentações de lado e unir forças para combater as injustiças governamentais.
Testo por Joana e Isabela M. - 9° B
sábado, 10 de abril de 2010
Cloração e Fluoração!
Numa Estação de Tratamento (ETA), a água é coletada dos mananciais se transformando em um produto potável, pronto para ser consumido sem riscos à saúde. No processo são utilizados equipamentos especiais e reagentes químicos próprios para remover impurezas.
Na decantação, a água se livra das sujeiras mais grossas. Após a filtração, a água já está praticamente limpa porém com microorganismos que podem causar doenças. É aí que entra a cloração e a fluoração!
Os aspectos básicos envolvidos na cloração são a dose e o tempo de contato. Uma quantidade suficiente de cloro deve ser adicionada para que a demanda por cloro seja satisfeita.
O excesso de cloro também deve ser evitado, caso contrário a água irá apresentar um sabor característico indesejado. Isto significa que
Além destes aspectos, a água a ser distribuída para a população deve conter um certo teor de cloro residual. Isto é feito para se prevenir que haja nova contaminação da água, principalmente durante o processo de distribuição.
O tratamento de água de um sistema de abastecimento público é feito para atender várias finalidades e, sem dúvida, a mais importante é de evitar doenças na população. Dentre elas, a cárie dentária.
Pensando nisso, o flúor está na lista de elementos essenciais no tratamento da água para efeitos fisiológicos benéficos. A fluoração é um processo preventivo contra a ação de agentes nocivos. O flúor é aplicado à água logo após o cloro.
quarta-feira, 7 de abril de 2010
Transição da Monarquia para a República no Brasil
O período que vai de 1889 a 1930 é conhecido como a República Velha. Este período da História do Brasil é marcado pelo domínio político das elites agrárias mineiras, paulistas e cariocas. O Brasil firmou-se como um país exportador de café, e a indústria deu um salto. Na área social, várias revoltas e problemas sociais aconteceram em todo o território brasileiro.
Antes desta forma de governo se revelar e vigorar no país ocorreu a abolição da escravatura! Foi todo um processo de libertação dos escravos que começou com a pressão inglesa. Logo vieram varias leis que diminuíram aos poucos a quantidade de escravos no Brasil (Lei Bill Aberdeen, Lei do Ventre Livre, Lei Eusébio de Queiróz, Lei dos Sexagenários). Em 1888, a princesa Isabel aprovou a Lei áurea que dava liberdade a todos os escravos brasileiros!
Mesmo depois dessa abolição, não foram alteradas em nada as condições socioeconômicas dos ex-escravos, que continuaram a viver, de uma forma geral, na pobreza, sem escolaridade e sofrendo com a discriminação. A escravidão foi substituída pela mão-de-obra imigrante assalariada.
Feito por: Joana Barbosa e Isabela Mesquita
terça-feira, 30 de março de 2010
Video sobre cloração e fluoração...
http://www.youtube.com/watch?v=73bEBKOPFDQ
Obs> O vídeo é uma continuação de nossa apresentação em sala com o uso de uma maquete e uma apresentção falada!
segunda-feira, 22 de março de 2010
Video sobre a sociedade em massa e sua cultura
sábado, 6 de março de 2010
Imperialismo Europeu na África
Zâmbia > A Zâmbia foi alvo de ingleses que exploraram em seu território minerais, fundando mais tarde colônias britânicas. Antes disso, seu território era cobiçado por portugueses que dominavam Moçambique e Angola, mas om a chegada de exploradores ingleses, os lusitanos não insistiram. Uma das colônias britânicas declarou sua independência em 1963. Porém a desigualdade continuou assim como conflitos políticos e étnicos.
O imperialismo na África não ocorreu apenas em Níger e Zâmbia, que sofreram com franceses e ingleses, mas em todo o território africano entre os séculos X e XIX. O imperialismo na África espalhou-se por todo o continente enquanto países europeus dominavam sobre os povos nativos, explorando as suas gentes, e os seus recursos naturais. Desde a vegetação até os animais que forneciam penas, peles, plumas e marfim.
Em fins do século dezenove as principais potências coloniais se juntaram para traçar no mapa como seria dividido este continente em territórios, onde na maioria já dominavam países como Inglaterra, França, Alemanha, Portugal, Espanha e Bélgica. Assim, foram criados na Conferência de Berlim mapas de países com linhas retas, não levando em conta a presença cultural e geográfica dos povos dentro das fronteiras de cada um fazendo com que famílias se separassem e povos completamente fossem obrigados a conviver juntos, causando diversos conflitos políticos e culturais. O que as grandes potências levavam em conta era seu próprio benefício em relação a rotas comerciais e fornecimento de escravos.
Toda esta dominação foi terminando após o fim da 2ª Guerra Mundial, porém os países africanos foram deixados totalmente desorientados e economicamente endividados.
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
Comparando Imagens
A industrialização na Alemanha foi muito incentivada pelo governo que proporcionou recursos para instalação de empresas e adotou medidas de proteção à industria e à agricultura. Por isso amudança de paisagem foi tão radical e rápida.
A segunda imagem também mostra que o homem já começava a poluir o meio ambiente só pra lucrar.
Feito por Isabela M. e Leandro
Segunda Revolução Industrial
Particularmente, podemos ver que, a partir de 1870, uma nova onda tecnológica sedimentou a chamada Segunda Revolução Industrial.
Nessa nova etapa, o emprego da energia elétrica, o uso do motor à explosão, os corantes sintéticos e a invenção do telégrafo estipularam a exploração de novos mercados e a aceleração do ritmo industrial. Dessa forma, percebemos que vários cientistas passaram a se debruçar na elaboração de teorias e máquinas capazes de reduzir os custos e o tempo de fabricação de produtos que pudessem ser consumidos em escalas cada vez maiores.
A eletricidade já era conhecida um pouco antes dessa época, mas tinha seu uso restrito ao desenvolvimento de pesquisas laboratoriais. Contudo, passou a ser utilizada como um tipo de energia que poderia ser transmitido em longas distâncias e geraria um custo bem menor se comparado ao vapor. No ano de 1879, a criação da lâmpada incandescente estabeleceu um importante marco nos sistemas de iluminação dos grandes centros urbanos e industriais da época.
O petróleo, que antes tinha somente uso para o funcionamento de sistemas de iluminação, passou a ter uma nova utilidade com a invenção do motor à combustão. Com isso, ao lado da eletricidade, este mineral passou a estabelecer um ritmo de produção mais acelerado. Sob tal aspecto, não podemos deixar de destacar outras descobertas empreendias no campo da química que também contribuíram para essa nova etapa do capitalismo industrial.
Novas experiências permitiram o aproveitamento de minérios antes sem importância na obtenção de matéria-prima e outros maquinários. O aço e o alumínio foram largamente utilizados pela sua maior resistência e maleabilidade. Métodos mais simples de fabricação permitiram que o ácido sulfúrico e a soda cáustica fossem acessíveis. Por meio desses dois compostos a fabricação de borracha, papel e explosivos puderam ser feitas em larga escala.
Com relação aos transportes, podemos ver que as novas fontes de energia e a produção do aço permitiram a concepção de meios de locomoção mais ágeis e baratos. Durante o século XIX, a construção de estradas de ferro foi o ramo de transporte que mais cresceu. Nesse período, Estados Unidos e Europa possuíam juntos cerca de 200 mil quilômetros de trilhos construídos. Segundo outros dados, somente na década de 1860, mais de dois milhões de pessoas eram empregadas na manutenção desse único meio de transporte.
Por meio dessas inovações, as indústrias puderam alcançar lucros cada vez maiores e dinamizar o processo que se dava entre a obtenção da matéria-prima e a vendagem do produto ao consumidor final. Ao mesmo tempo, o controle mais específico sobre os gastos permitiram o cálculo preciso das margens de lucro a serem obtidas com um determinado artigo industrial. Dessa forma, o capitalismo rompia novas fronteiras e incidia diretamente na aceleração da economia mundial.
Diferente da Primeira, a Segunda Revolução Industrial se expandiu e chegou aos E.U.A, Japão, Alemanha e Rússia.






