sábado, 10 de abril de 2010

Cloração e Fluoração!





Numa Estação de Tratamento (ETA), a água é coletada dos mananciais se transformando em um produto potável, pronto para ser consumido sem riscos à saúde. No processo são utilizados equipamentos especiais e reagentes químicos próprios para remover impurezas.


Na decantação, a água se livra das sujeiras mais grossas. Após a filtração, a água já está praticamente limpa porém com microorganismos que podem causar doenças. É aí que entra a cloração e a fluoração!



Os aspectos básicos envolvidos na cloração são a dose e o tempo de contato. Uma quantidade suficiente de cloro deve ser adicionada para que a demanda por cloro seja satisfeita.



O excesso de cloro também deve ser evitado, caso contrário a água irá apresentar um sabor característico indesejado. Isto significa que em uma ETA devem ser feitos testes frequentes visando a dose correta de cloro a ser aplicada.



Além destes aspectos, a água a ser distribuída para a população deve conter um certo teor de cloro residual. Isto é feito para se prevenir que haja nova contaminação da água, principalmente durante o processo de distribuição.



O tratamento de água de um sistema de abastecimento público é feito para atender várias finalidades e, sem dúvida, a mais importante é de evitar doenças na população. Dentre elas, a cárie dentária.


Pensando nisso, o flúor está na lista de elementos essenciais no tratamento da água para efeitos fisiológicos benéficos. A fluoração é um processo preventivo contra a ação de agentes nocivos. O flúor é aplicado à água logo após o cloro.

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