segunda-feira, 26 de abril de 2010

Relato holandês sobre imigração

Frans Joseph Bongers foi um jovem imigrante recém casado que em 1949 chegou ao Brasil procurando novas perspectivas. Vindo de Limburg, próximo da divisa com a Alemanha, onde tudo fora destruído pela Segunda guerra Mundial, e sob as ameaças de mais guerras, ele não via muito futuro na Holanda e resolveu imigrar para o Brasil com sua esposa Mathilda Bongers. Embarcaram no navio Algenib, saindo da Bélgica.

Nas primeiras semanas ele trabalhou na destoca de matas, mas como ele tinha feito um curso de português na Holanda, logo foi promovido à um cargo de controle de entrada e saídas de mercadorias da Cooperativa Agropecuária Holambra. Este cargo ele desempenhou até o início de 1951 quando assumiu a administração do setor da pecuária.


Durante 27 anos, Frans Bongers trabalhou na Cooperativa como representante dos criadores de gado e suínos. Paralelo à isto, pode com sua esposa e filhos, desenvolver um trabalho de produção agropecuária em um sitio, onde plantava algodão, milho, arroz, laranjas assim como também criou gado, suínos e aves de corte.


“Este relato resume o sentimento de um dever cumprido neste ano de 2009 em que completo 60 anos de imigração com a certeza de que a escolha que fiz com minha esposa em 1949 foi a escolha certa para uma vida de muita luta cujos frutos foram colhidos aos longos desses 60 anos!!” - diz ele.


Hoje, Frans Joseph Bongers mora em Holambra. Sua mulher faleceu em 2002. Hoje é considerado um dos pioneiros do desenvolvimento de Holambra e mencionado no Livro “Holambra: a Holanda brasileira”.



Navio no qual Frans Bongers veio da Europa



Frans Bongers



Livro "Holambra: a Holanda Brasileira"

HQ sobre República no Brasil

A HQ foi feita no ComicLife! Aqui está a sequência de quadrinhos:


Fontes: Wikipédia, Brasil Escola e Apostila UNO.

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Tragédia no Rio de Janeiro

As chuvas que castigaram o estado do Rio de Janeiro ha duas semanas geraram muita polemica e sofrimento. É comum vermos o julgamento padrão da sociedade, no qual todos põem a culpa nos mais prejudicados (os moradores das favelas). Mas o que muitos não veem é a outra face dessa moeda. No morro do Bumba por exemplo, em vez de reprimir a ocupação irregular, o governo acabou por incentivar a invasão do antigo lixão. Porém esta não é uma história de culpados e vítimas, cada um deve reconhcer sua pontinha de culpa.

Ao invés de o governo e os políticos se preocuparem com a próxima eleição, deveriam se preocupar com a próxima geração ou pelo menos com a próxima estação de chuvas. Os governantes devem parar de fazer aquele discurso repetitivo no qual culpam sempre a meterologia e/ou a geografia, e devem começar a reconhecer seus atos incorretos e por eles não assumidos. É claro devem melhorar.

Quanto à população, os cariocas devem parar de temer o governo e as autoridades, deixar as lamentações de lado e unir forças para combater as injustiças governamentais.

Testo por Joana e Isabela M. - 9° B

sábado, 10 de abril de 2010

Cloração e Fluoração!





Numa Estação de Tratamento (ETA), a água é coletada dos mananciais se transformando em um produto potável, pronto para ser consumido sem riscos à saúde. No processo são utilizados equipamentos especiais e reagentes químicos próprios para remover impurezas.


Na decantação, a água se livra das sujeiras mais grossas. Após a filtração, a água já está praticamente limpa porém com microorganismos que podem causar doenças. É aí que entra a cloração e a fluoração!



Os aspectos básicos envolvidos na cloração são a dose e o tempo de contato. Uma quantidade suficiente de cloro deve ser adicionada para que a demanda por cloro seja satisfeita.



O excesso de cloro também deve ser evitado, caso contrário a água irá apresentar um sabor característico indesejado. Isto significa que em uma ETA devem ser feitos testes frequentes visando a dose correta de cloro a ser aplicada.



Além destes aspectos, a água a ser distribuída para a população deve conter um certo teor de cloro residual. Isto é feito para se prevenir que haja nova contaminação da água, principalmente durante o processo de distribuição.



O tratamento de água de um sistema de abastecimento público é feito para atender várias finalidades e, sem dúvida, a mais importante é de evitar doenças na população. Dentre elas, a cárie dentária.


Pensando nisso, o flúor está na lista de elementos essenciais no tratamento da água para efeitos fisiológicos benéficos. A fluoração é um processo preventivo contra a ação de agentes nocivos. O flúor é aplicado à água logo após o cloro.

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Transição da Monarquia para a República no Brasil

Desde a independência, a forma de governo no Brasil era monárquica. Na monarquia um indivíduo governa como chefe de Estado, geralmente de maneira vitalícia ou até sua abdicação, e "é totalmente separado de todos os outros membros do Estado". A pessoa que encabeça uma monarquia é chamada de monarca. Em 1889, a república chegou! Uma República é uma forma de governo na qual um representante, normalmente chamado presidente, é escolhido pelo povo para ser o chefe de país, podendo ou não acumular com o poder executivo. A forma de eleição é normalmente realizada por voto livre e secreto, em intervalos regulares, variando conforme o país.

O período que vai de 1889 a 1930 é conhecido como a República Velha. Este período da História do Brasil é marcado pelo domínio político das elites agrárias mineiras, paulistas e cariocas. O Brasil firmou-se como um país exportador de café, e a indústria deu um salto. Na área social, várias revoltas e problemas sociais aconteceram em todo o território brasileiro.


Antes desta forma de governo se revelar e vigorar no país ocorreu a abolição da escravatura! Foi todo um processo de libertação dos escravos que começou com a pressão inglesa. Logo vieram varias leis que diminuíram aos poucos a quantidade de escravos no Brasil (Lei Bill Aberdeen, Lei do Ventre Livre, Lei Eusébio de Queiróz, Lei dos Sexagenários). Em 1888, a princesa Isabel aprovou a Lei áurea que dava liberdade a todos os escravos brasileiros!

Mesmo depois dessa abolição, não foram alteradas em nada as condições socioeconômicas dos ex-escravos, que continuaram a viver, de uma forma geral, na pobreza, sem escolaridade e sofrendo com a discriminação. A escravidão foi substituída pela mão-de-obra imigrante assalariada.


Feito por: Joana Barbosa e Isabela Mesquita